A inspiração veio do meu próprio gato, o Pixel. E quem convive com gatos sabe: que eles não são deste planeta.
São entidades misteriosas, majestosas, meio esquisitos e engraçados. A ideia de transformar ele em uma constelação surgiu porque o universo dele é muito próprio: o que observa, sisma e come de tudo (inclusive o que não deveria), apronta como se fosse um cometa e depois dorme como se nada tivesse acontecido.
Os peixinhos dourados dentro do corpo ele realmente comeu de algum aquario
“De Outra Galáxia” é sobre esse tipo de amor que é estranho, bagunçado e ainda assim o mais genuíno. Um afeto que não precisa de palavras, só de um ronronar inesperado.
Pixel me ensina, todos os dias, que os bichos são muito mais do que companhia são portais de afeto